Você consegue usar suas ideias criativas para ganhar dinheiro? Transforme sua habilidade única e seu propósito de vida em resultados épicos.


Ideias criativas para ganhar dinheiro. Quem não quer descobrir a fórmula mágica da fama, do sucesso e da riqueza?

Quem acompanha o Viver de Blog há mais tempo, sabe que eu não acredito em receitas milagrosas para “ganhar dinheiro dormindo”. Ou em, quem sabe,” trabalhar 4 horas por semana e ter uma renda mensal de 30 mil reais”.

Estas são algumas das promessas que pipocam por toda a internet. Vindas de “falsos gurus” ou de conteúdos vazios como ” As 10 dicas incríveis para você ficar rico(a) hoje mesmo.”

Se você espera ler um texto com dicas batidas de ideias criativas para ganhar dinheiro, como vender seus objetos usados na internet, fazer marketing multinível ou como ganhar dinheiro com cliques em anúncios, sinto desapontá-lo(a), mas não vou falar nada disso aqui.

Já existem inúmeros artigos por aí listando todas essas mesmas dicas.

Minha intenção é fazer você descobrir como gerar renda através da sua habilidade única.

E tudo isso usando um recurso muito poderoso que só você tem: sua criatividade.

Eu tenho plena certeza que todo mundo possui uma habilidade única. Por que com você seria diferente?

Assim como também acredito que é possível ganhar dinheiro com praticamente qualquer dom.

Desde que seu talento seja transformado em valor para as outras pessoas, é claro.

Portanto, se você tem um talento, um propósito, uma paixão, mas não sabe como transformá-la em ideias criativas para ganhar dinheiro, continue lendo este artigo.

Nele eu vou falar mais sobre:

  • Fazer o que ama ou amar o que faz?
  • Descobrir o propósito antes de decidir qual caminho seguir
  • O que é Economia Criativa?
  • Ideias criativas para ganhar dinheiro
  • Apostar na criatividade dá dinheiro?
  • Estruturar ideias criativas para ganhar dinheiro e partir para ação

    Fazer o que ama ou amar o que faz?

    Podemos dizer que a ideia do trabalho como forma de realização pessoal é um conceito bastante recente.

    Porém, pare para pensar, faz muito sentido.

    Não há como separar a satisfação no trabalho com a satisfação com a vida de um como um todo.

    Ainda mais se pensarmos que é no ou com o trabalho que gastamos, em média, 90 mil horas de nossa vida.

    E quando o trabalho, algo a qual dedicamos a maior parte do nosso dia, é causador de insatisfação e falta de motivação pessoal, o dano pode ser bastante grande.

    E no entanto, A maioria de nós está acostumada a ver o trabalho como uma obrigação. Como um meio de pagar as contas no final do mês.

    E opta por viver de verdade somente nos finais de semana, feriados e férias.

    São contadores(as) que gostariam de ser músicos(as). Médicos(as) que na verdade sentem mais prazer em escrever do que exercer a medicina. Ou ainda advogados(as) que usam todo seu tempo livre para pintar, porque essa é a atividade que dá significado à sua vida.

    Talvez não seja o seu caso, mas assim como os exemplos acima, muitas pessoas seguem uma carreira “convencional” por acreditarem que esse é o único modo de não morrer de fome.

    Porque acreditam que seu hobby, sua verdadeira paixão, muitas vezes de natureza criativa, nunca será uma atividade remunerada.

    Eu mesmo quase caí na mesma armadilha.

    Cursei a faculdade de Economia praticamente até o final. Mas desisti na hora certa para poder trabalhar com aquilo que realmente considero ser o meu talento. ganhar dinheiro com blog.

    E não me arrependi.

    Quando penso na vida que estaria vivendo se tivesse continuado a faculdade e seguido o caminho que eu “deveria” ter seguido, tenho certeza que seria extremamente frustrado.

    E que, eventualmente, iria acabar insatisfeito, como tantas outras pessoas que acreditaram que não teriam como juntar o trabalho com propósito.

    Descobrir o propósito antes de decidir qual caminho seguir

    Nem todo mundo que se sente insatisfeito com sua vida profissional sabe exatamente a causa dessa sensação.

    Você pode até não gostar do que faz e sentir que o caminho que decidiu seguir nada tem a ver com seu propósito de vida.

    Porém, ao mesmo tempo, não tem ideia alguma do que poderia fazer para encontrar a realização.

    Como eu disse logo na introdução deste artigo, acredito que todos temos pelo menos uma habilidade única.

    Você precisa ter algo pelo qual é reconhecido. Por algo que você faz diferente.

    Pode ser uma habilidade extra que você traz no seu mercado. Algo que você gosta e onde se destaca.

    Nada ainda? Então tente responder algumas dessas perguntas:

    • Quais os momentos da sua vida onde você experimentou a sensação de felicidade?
    • Qual ou quais atividades você realiza sem esforço e sem perceber o tempo passar?
    • Pelo quê você é constantemente elogiado(a)?
    • Quais qualidades você acredita não ter que seriam essenciais para a descoberta ou desenvolvimento do seu propósito?
    • O que você faria na sua vida caso o dinheiro não fosse um problema e o sucesso fosse garantido?
    • O que te impede de fazer o que gosta?

    O maior destruidor de sonhos é a existência da crença limitante, seja ela qual for:

    • Acreditar que não pode ter ideias criativas para ganhar dinheiro.
    • Não ser bom(a) o bastante para se destacar no seu mercado de atuação.
    • Achar que não é criativo(a) ou talentoso(a) o bastante.
    • Acreditar que os outros são melhores que você.
    • Crer que para ser bem sucedido(a) precisa seguir o caminho já traçado por seus pais e familiares.
    • Medo de perder a “segurança” provida por seu emprego ao invés de arriscar em algo novo.

    Poderia listar muitos outros pensamentos que, infelizmente, atrasam a realização e também o sucesso.

    Continuar a acreditar em todas essas mentiras de quem não quer que você saia da caixa, só trará mais e mais sentimentos de culpa, tristeza e depressão.

    Se você ainda assim acha que não há espaço para criatividade e geração de renda no mesmo lugar, apresento então o conceito extremamente atual de Economia Criativa.

    Já ouviu falar de Economia Criativa?

    Assim como a Economia Tradicional, a Economia Criativa é metrificada pela demanda, preço, margens de lucro, geração de empregos e produtividade.

    A diferença está na natureza da atividade que irá gerar todos esses elementos.

    Enquanto o foco da Economia Tradicional está na força dos setores agrícola, industrial e do comércio, a Economia Criativa tem como base o potencial individual ou coletivo para produzir produtos ou serviços criativos.

    Basicamente o uso do capital intelectual, talento e criatividade para gerar renda.

    E onde existem pessoas, existe cultura e onde há cultura há Economia Criativa.

    Os maiores setores relacionados à Economia Criativa são:

    • Cultura
    • Arte
    • Design
    • Entretenimento
    • Meios de comunicação
    • Tecnologia
    • Inovação

    Podemos dizer que a Economia Criativa é a Economia do futuro.

    De acordo com o estudo publicado pela UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) em maio de 2013 o comércio de produtos e serviços “criativos” arrecadou cerca de 624 bilhões de dólares em 2011.

    A arrecadação mais que dobrou de 2002 até 2011, crescendo a uma média de 8,8% ao ano, especialmente em países em desenvolvimento, onde a média de crescimento anual é de 12,1%.

    A combinação perfeita entre criatividade e inovação.

    A criatividade entra na geração de ideias inovadoras, seja de conceitos, de produtos e serviços.

    E a inovação na aplicação dessas ideias com o intuito de gerar valor e retorno financeiro.

    O maior valor da Economia Criativa não está na geração de riquezas, apesar de ser parte importante.

    Mas sim na paixão pelo que está sendo criado. Na união de pessoas com um propósito e valores semelhantes para desenvolver novas ideias que vão, aos poucos, mudar o mundo.

    Mudar as formas de trabalho, as relações entre funcionários e líderes, investidores e empresas, a educação e as formas de geração de renda.

    Via @Viver de Blog

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *